O projeto audiovisual Música de Bolso ataca novamente. Dessa vez, José Gonzaléz é quem trás belas dedilhadas em seu violão.
Eu apreciei.
Nós mandamos os indicados para vocês no mês de janeiro, como eu não assisti ao Oscar, não posso falar muita coisa. Também não assisti a todos os filmes, então sobra menos coisa ainda para falar.
Achei duas coisas que vocês possam gostar. Uma é a reportagem de Rafael Braz na Revista Paradoxo e um vídeo muito legal que complementa o que Rafael diz em sua reprtagem, quem já assistiu ao Oscar uma vez, já assitiu todas.
Como sempre, estava navegando pela internet e achei uma banda super legal. The Wombats é uma banda inglesa que está cahmando atenção (pelo menos de quem acompanha a cena musical inglesa).
O trio de lançou seu segundo Cd ano passado, A Guide of love, loss and desperation, um nome muito original diga-se de passagem, não?
A música de trabalho escolhida foi Let's Dance Joy Division e é a que veremos aí, embaixo.
Depois de uma luz, eu resolvi fazer uma entrevista. A bola da vez (ou banda) foi a Lafusa. A escolha deles foi por há pouco tempo (dia 08/02) eles terem se apresentado lá em Sampa numa festa (que futuramente também se transformará em revista vurtual), a Manda Brasa como atração principal.
Além disso, puxamos outros assuntos, como o som que a banda leva, a divulgação do EP e do futuro CD, quando vai rolar um novo trabalho e por aí vai.
Toda entrevista foi feita por e-mail, porque esta repórter aqui não tem tempo, gravador e/ou câmera. Eu gostei muito do resultado, espero que vocês também.
Drops Cultural: Ano passado vocês lançaram o Ep "Quadricôlor" e desde então fizeram vários shows. A grande pergunta dos fãs é: Quando vai rolar o Cd? 
Aloízio: Consideramos o "Quadricolôr" um disco pelo trabalho e vontade que tivemos para concretizá-lo. A princípio, queremos começar a gravar um disco de músicas inéditas no fim de 2008.
Guedes: Vamos deixar as coisas fluirem naturalmente. Quando acharmos que está na hora, é a primeira coisa que faremos.
DC: Falando em shows...Vocês acabam de tocar no Berlin, na festa Manda Brasa como atração principal do evento (para ver fotos e o playlist, entre no fotolog da banda). Eu li por aí que vocês mandaram muito bem. Mas gostaria de saber de vocês como foi.
Aloízio: Foi nosso terceiro show em São Paulo e o primeiro só com Lafusa na noite. Um som mais ou menos e um público fervendo - esse foi o show no Berlin. Temos um novo formato de show que agradou muito o pessoal que foi até o Berlin dançar e se divertir. Nos disseram que foi a maior lotação da festa até então.
Guedes: E no dia do meu aniversário. Foi demais!

DC: Também no ano passado, vocês começaram a tocar fora de Brasília. Qual foi o primeiro lugar? E até agora qual foi mais especial para vocês?
Aloízio: Nosso primeiro show fora de Brasília foi em Goiânia, no festival Rock In Sopa, em setembro de 2006. Foi um dos nossos melhores shows. Em primeiro lugar, o público surpreendeu - não esperávamos ninguém no nosso palco, mas o Martim Cererê estava cheio de gente suada e feliz (incluindo a gente). Trocamos uma energia maravilhosa durante o show e tudo saiu literalmente perfeito. Ano passado a turnê com Móveis Coloniais de Acaju no nordeste foi bem divertida e conseguimos conquistar um público fiel, que já espera a volta da banda agora em março. Em Belém tocamos para muita gente e todos dançaram muito; em São Paulo, muita gente cantando as músicas... Estar no palco, em qualquer lugar, é muito especial.
DC:Como começaram estes convites?
Aloízio: Tudo pela correria que fazemos. Mandando material, e-mails, scraps no orkut, ligando, investindo, correndo atrás...
DC: Voltando ao CD. A divulgação de vocês, além do boca-a-boca, é feita principalmente pela internet. Vimos recentemente uma banda brasiliense lançar seu CD (referência ao CD Híbrido, da banda Velhos e Usados), praticamente inteiro, para download gratuito em seu site. Alguma possibilidade disso acontecer com o Lafusa?
Aloízio: Claro. Tanto que antes do lançamento do EP, nós lançamos uma música na internet e depois fomos colocando outras, pouco a pouco. A internet hoje é tão importante quanto usar cueca. Você pode até não usar, mas se estiver com ela é muito melhor...
Guedes: Ninguém sabe ao certo como vender música nos dias de hoje, especialmente as bandas grandes. Para os artistas independentes, a internet foi um grande presente. Acredito que as gravadoras e os grandes blocos corporativos ligados à músicas têm buscado um retrocesso, bloqueando os downloads ilegais e punindo quem os realiza. Não há volta. Então buscamos aproveitar o espaço que a internet nos oferece, e hoje nosso EP pode ser baixado, na íntegra, na nossa página no Trama Virtual. Gratuitamente.
Aloízio: O terceiro Lafusicando deve acontecer em Abril. Estamos fechando o espaço e esse terá um formato diferente. Começamos a incluir outros instrumentos no set e isso está mudando um pouco o show. Dando margem para que possamos convidar diferentes artistas para participar do projeto.
DC: Como é a escolha das bandas? Vocês escolhem por afinidade musical?Ou por amizade?
Aloízio: Qualquer artista que nos identificamos entra pra lista de possíveis atrações. Tem de Maria Rita, Dave Grohl a Madame Saatan e Macaco Bong. De acordo com a verba do evento, sabemos quem chamar.
DC: Por agora, algum show na cidade? Ou a banda está voltada para fora de Brasília?
Aloízio: Estamos mais voltados para fora do DF, no sentido de divulgar mais o nosso trabalho. Mas estamos com muitos projetos pra Brasília esse ano. No último sábado (23) testamos um formato de show com muita influência de jazz, e deu muito certo. Estamos analisando a possibilidade de fazer algo assim mensalmente. O Lafusicando deve trazer uma atração de fora e duas novas bandas de Brasília.

DC: O "fusiquê" é a mistura de tudo que cada um mais curte. As influências musicais. Como cada um tem um gosto diferente, como compor e fazer música? Onde fica o denominador comum?
Aloízio: Tudo começa quando eu ou Jamil, geralmente, chegamos com alguma composição no estúdio e a banda toda vai opinando no arranjo até que a música vai tomando forma e se construindo. Tocamos elas várias vezes até decidir que estão prontas para o público.
DC: A banda de vocês começou em 2005, certo? Justamente no tempo da faculdade. Vocês ainda estudam? É muito difícil conciliar? O que cada uma de vocês faz hoje?
Guedes: Na verdade foi no finalzinho de 2004... Hoje em dia eu tento conciliar o Lafusa com a faculdade de jornalismo e o emprego, 6 horas por dia, e trabalho com o Aloízio na Quarta Supernova, evento realizado por ele aqui em Brasília. Mas a paixão de verdade é a música, não tem jeito.
Aloízio: Eu estudo comunicação, e recentemente comecei a produzir o disco de novas bandas e artistas daqui. Trabalho com minha mãe em uma produtora de eventos, tenho o projeto Quarta Supernova, estou estudando música e trabalhando na parte de produção do Lafusa. É muito difícil conciliar tudo, mas em breve termino a faculdade e vou me dedicar 100% à música.
Jamil: Trabalho e tento estudar... É difícil conciliar, pois meus pensamentos e energias estão sempre centrados na música, mas sei que preciso ainda ter uma fonte de renda mais estável. Por pouco tempo, espero.
Luiz: Entrei para o Lafusa em 2008, mas larguei a faculdade de publicidade há cerca de um ano para me dedicar integralmente à música. Hoje estudo baixo acústico e elétrico na Escola de Música de Brasília.
DC: A formação do grupo hoje, ainda é a original?
Aloízio: No fim de 2007, depois de uma conversa, o Guga (Gustavo Portella) deixou a banda para se dedicar a sua banda original (a banda em questão é a ADI) e aos estudos. Quem assumiu os baixos foi Luiz Ribeiro.
DC: Alguns de vocês (ou todos) têm projetos paralelos ao Lafusa. Gostaria que vocês falassem um pouco sobre. Como começou, se isso atrapalha o Lafusa, ou complementa? E como que é? Do que se trata.
Guedes: Muitas vezes é difícil levar um projeto paralelo, mas entre a gente isso sempre funcionou muito bem. Atualmente, meu projeto paralelo é o Quarta Supernova, onde discoteco com o Aloízio. No fim das contas, é só diversão, então tá valendo.
Jamil: Em todos os projetos paralelos continuamos juntos, ajudando ou apreciando... É foda fazer coisas e deixar os amigos longe, então é tudo sempre junto. Que bom, né?
Luiz: Alem do Lafusa, toco em mais duas bandas de estilos completamente diferentes: uma de
hardcore, o Cardia, e outra de ska, o Bois de Gerião. Ainda toco música erudita com a Orquestra Sinfônica da Escola de Música de Brasília, e trabalho com um pessoal do jazz e do samba da cidade. Isso tudo só acrescenta a todos os meus trabalhos, pois levo a experiencia boa de cada um pro meu jeito de tocar.Aloízio: Tudo que fazemos relacionado a música só nos acrescenta. Nos organizamos bem para que tudo funcione.
Como citado aí em cima, no site da trama você conhece um pouco do trabalho dos meninos e de quebra baixa o EP deles. Porém, você ainda pode acessar o myspace e o site oficial da banda. Para já ir curtindo aqui, assista ao videoclipe (lançado ano passado) da música Primeira das Mais Simples.
Lado B na nossa comunidade no orkut.
Filme de graça
Então o negócio é ir lá na Caixa amanhã e conferir o "Teste de Audiência", às 19h30. O filme que será exibido, "Simples Mortais" é do cienasta brasiliense Mauro Giuntini. Mais informações no site da Caixa.
Quadrinhos
Tava futricando por aí e achei um site muito legal com tirinhas, é o Malvados. Curte um pouco do que eu achei por lá.


Estava passando da hora de Maria Rita desembarcar em Brasília com seu mais novo show. O cd em questão é Samba Meu, que a moça lançou ano passado. Como o próprio nome do Cd revela, ele é composto por vários sambas, principalmente do cantor e compositor Arlindo Cruz.
O quarto álbum do Coldplay está chegando. Sua gravação acaba de ser completada e o lançamento deve ficar para o meio do ano, quando o grupo começará sua turnê.
De acordo com Dave Holmes (o empresário da banda), "este é o melhor álbum da carreira do Coldplay". É esperar para ver.
Para você que ainda não tem o último Cd da banda, o X&Y, baixe-o aqui (senha:www.ibadeath.org).
Aproveite que você não está fazendo nada e descubra qual é o erro deste clipe.
Alguns dos filmes que vão estrear neste e no próximo mês, estão na lista dos esperados deste ano. Um deles, Senhores do Crime que conta a história de Ana, parteira que vê sua paciente morrer na véspera do Natal. Com ela, Ana encontra um diário, sua única pista para encontrar a família da garota, de quem ela vai atrás. Acabando assim, se envolvendo onde não devia, no submundo do tráfico sexual em Londres. O filme conta com Viggo Mortensem (indicado ao Oscar de Melhor Ator), Naomi Watts e Vincent Cassel.
E até que enfim, Juno deixa a pré-estréia e chega às telonas. Indicado ao Oscar de melhor Filme, a produção independente tem como protagonista Juno, uma menina de 16 anos que fica grávida depois de sua primera vez. Ao invés de abortar, ela procura um casal para doar a criança. A comédia está sendo muito badalada e o melhor é a trilha sonora, composta por Cat Power, Belle & Sebastian e Sonic Youth.
Jogos do Poder que tem estréia marcada para próxima semana, trás três grandes nomes do cinema americano na linha de frente, Tom Hanks, Julia Roberts e Phillip Hoffman. Os três formam o trio de operações secretas do Estados Unidos. Um congressista, uma socialite e um agente da CIA trabalhando para o fim da Guerra Fria (?!).
Como comentado ano passado (nos e-mails), Sicko, novo documentário de Michel Moore sobre a industria farmacêutica americana estréia junto com Jogos do Poder.
Já no dia 07 de março, as boas serão as estréias de 10.000 A.C. O filme fala justamente sobre este tempo remoto na terra. D'Leh é um guerreiro que precisa atravessar junto com seu exército um deserto, encontrando no caminho vários obstáculos, como tigre dente-de-sabres, mamutes e a amada em perigo. A superprodução é assinada pelo diretor de filmes como "Independece Day" e "Godzilla", Rolland Emmerich. Já viu que filmes grandes são com ele mesmo,né?
A outra dica deste final de semana será o filme I'm not there (Não estou lá) do diretor Todd Haynes. O filme conta a história de cantor e compositor Bob Dylan, o grande ícone do folk. A grande saca do filme é mostar todas as fases de Dylan com diferentes atores. Na infância, por exemplo ele é encenado pelo ator mirim Marcus Carl Franklin (detalhe: ele é negro), também estão no filme Heath Ledger, Christian Bale, Richard Gere, Ben Whishaw e Cate Blanchett (que foi muito elogiada por sua atuação e concorre ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante).Além de Bob Dylan, eles também encarnam outras personagens. I'm not there já foi exibido em Brasília no Festival Internacional de Cinema do ano passado.
Dia 14 de março, O escafrando e a Borboleta indicado em 04 categorias do Oscar (Melhor Direção, Roteiro Adaptado, Fotografia e Montagem) chega aos cinemas brasileiros contando a história Jean-Dominique Bauby. Redator-chefe da famosa revista Elle, casado, dois filhos, 43 anos acordou certa manhã sem movimento algum, sem ao menos poder respirar sem a ajuda de aparelhos. A única coisa que conseguia mover era seu olho esquerdo. Foi com ele que Jean escreveu o livro que dá nome ao filme. Ele usava a seguinte técnica, quando queria dizer "sim" piscava uma vez, quando "não" piscava duas.
Bom, com isso termino por aqui. Hà vários filmes bons chegando. Preparem suas carterinhas e pipocas!
a trilha sonora de seu novo filme, Into the Wild. O filme conta a história verídica de um universitário que abandona tudo, doa suas economias e segue numa caminhada para o Alasca. A estréia brasileira acontece amanhã, mas não é sobre o longa que vamos falar e sim do Cd que surgiu dessa parceria.Into the Wild é todo de músicas autorais. Neste Cd, Eddie se arrisca no folk, que lhe caiu muito bem. Podemos acompanhar além de belas dedilhadas no violão, um banjo e a inigualável voz de Vedder.

Algumas músicas me lembraram um pouco do trabalho dele no Pearl Jam. Afinal, são anos e anos de grunge que não podem ser deixados para trás assim de uma hora para outra. São exemplo disso as faixas "Setting Forth", "Far Behind" e "Long Nights".
Do Cd as minhas preferidas são "Rise", que começa com um lindo solo de banjo (coisa que eu nunca pensei que ia gostar) dando uma cara bem folk a música e "Guaranteed" que já é mais tranqüila. Sinto até certa inveja de não conseguir tocar violão tão bem quanto Eddie (eu não toco nada, mas adoraria aprender). Acho lindo quem canta e toca suas próprias músicas.
A música mais radiofônica é "Hard Sun". Ela tem aquele refrão que com certeza você não vai esquecer, sabe? Além disso, é uma das músicas mais longas do Into the Wild, com pouco mais de 5 minutos. Num Cd onde as músicas tem mais ou menos 2 minutos, isso é bastante coisa. "Tuolume" integra as músicas com pequena duração. Ela tem apenas 01 minuto, 01 minuto com solo de violão.
Composto por 11 músicas, com violão, banjo folk e Eddie Vedder nos vocais, este Cd não tinha como ficar ruim.

O coletivo Batidão Sonoro S.A se apresenta esta sexta-feira no Blackout Bar (904 sul). Os convidados da noite serão a banda de Brasília Percursion Brothers e Megaton. A noite promete muito ragga, dub, reggae e hip-hop. O melhor é o preço, R$ 8,00. A festa começa ás 23h. Não se atrase!
A junção de músicos de qualidade só pode resultar numa coisa muito boa. Juntar Céu, Dengue, Pupilo, Rica e Gui Arnabis num estúdio foi uma dessas maravilhosas junções. "Afro, latino, cancioneiro, modernamente eletro-acústico" é o que dá o som dos Sonantes. Projeto musical deles, que acabam de disponibilizar 04 faixas no mysapce.
É pouco, mas já dá para ter um idéia de como o som é de qualidade. A música que mais me agradou foi "Miopia".
Só para conhecer um pouco da bela voz de Céu, dá uma olhada no vídeo!
Videoclipe - Supercordas
Falamos há pouco dos meninos do Supercordas e eles vem à tona com seu novo videoclipe,"Ruradélica". A múscica está presente no Cd lançado em 2006, Seres Verdes ao Redor. Curte aí!
Como o Amarante tirou da sua página no Myspace a música "Evaporar" e eu estava me sentido órfão, fui atrás de algo para diminuir o meu vazio e encontrei:
=)
Indecoroso...Ultrajante...Como definir??
Conheci a Casa do Estudante (CEU) que abriga alunos da Universiadde de Brasília em um dia chuvoso. Foi assim que em pouco tempo percebi quanto ela foi mal idealizada e está precisando de uma reforma. Há goteiras, algumas infiltrações, paredes descascando...Isso apenas para dizer o superficial. O quadro de abandono se repete também na instituição. Banheiros sem papel, sem sabão, sem espelho, vasos sem tampas. Corredores alagados em dias de chuva, goteiras, infiltrações no minhocão. Salas quentes e nada confortáveis. Infiltrações nos laboratórios (o que é dos mais preocupantes).
Vendo tudo isso (ou não), o reitor da universidade, Timothy Mulholland resolveu pegar o
dinheiro da Finatec (fundação responsável por investir em ações tecnológicas) e investir em sua cobertura, numa área nobre de Brasília. Ele comprou um escorredor de pratos de R$ 549,00, um saca-rolha de R$ 859,00 e lixeiras que custam R$ 1.000,00 cada uma!
As boas notícias são que Timothy terá que devolver o dinheiro. Outras irregularidades foram encontradas e serão investigadas. A CEU deverá ser reformada e uma nova CEU será construída em uma melhor localização. Já que por ser afastada da universidadem há uma grande dificuldade de locomoção para os estudantes, que tem apenas uma linha ônibus disponível.
É esperar para ver.
Ele está no seu 29° volume e põe nomes brasileiros e internacionais que estão chamando atenção, para tocar em lugares e situações nada corriqueiras.
Podemos conferir China no banheiro, Mariana Aydar no balanço, Arnaldo Antunes numa construção, Thalma de Freitas curtindo um belo pôr-do-sol, Supercordas num serpentário e por aí vai...
Para conhecer e ver um pouco mais é só entrar no site (Não deixe de clicar em "Quem somos" e ler a descrição impagável dos organizadores do projeto!!!). Se você não está muito afim de entrar lá, pode conferir aqui alguns vídeos que eu curti.
Como Manter um Nível Saudável de Insanidade
Por isso é em março que a cidade começa a movimentar-se e ganhar vida. Tempo de shows!!
Dia 08 de março, o projeto Pílulas Porão do Rock agita a cidade com duas atrações de peso do meio alternativo. As bandas Matanza e MQN apimentam a noite com muito roc
k and roll. Os ingressos ainda não estão à venda. Antecipados custarão R$ 10,00, no dia R$ 15,00, todos com um 1 kg de alimento não-perecível.Os futuros pontos de venda serão Fun House (Conic), Porão 666 (Taguatinga, atrás do Alameda Shopping), Abriu pro Rock (Gama Shopping), Discoteca 2001 e postos BR Mania (415 Sul, 103 Norte, 314 Norte, Comercial Norte de Taguatinga, Guará II e Águas Claras).
Para você curtit um pouco...
O.O
Assustador, mas psicologicamente explicavável. Adolescentes cometem suícidio com ajuda de "amigos" da internet.
Leia sobre.
Jair Oliveira

O Cd do Pato Fu, Daqui pro Futuro, figurou em várias listas "Top 10" do ano passado. Eu, depois de ouvi-lo quase concordei com isso. O Cd não está ruim, mas eu não gostei de todas as faixas. As músicas "Cities in Dust" e "Tudo vai ficar bem" não me agradaram muito. Acho que a Takai fica melhor cantando em japonês (dessas faixas, uma é cantada em inglês e a outra tem partes em espanhol). Também prefiro a voz dela quando não tem nenhum efeito por trás. A voz de Fernanda Takai é tão bonita, acho um erro e uma bobagem fazer isso, como acontece na música "Quem não sou".
Um dos destaques do Cd é "Mamã Papá", umas das músicas mais corujas que eu já ouvi. Para mim, barrando até "Coisinha mais bonitinha do pai". Até porque"Mamã Papá" tem letra. Seguindo esta linha, "Vagalume" (que acústica deve ficar linda) conta a história da noite sendo iluminada pela pequena "estrela de seu jardim".
Ouvindo algumas partes apenas, podemos até fazer outras analogias. Se bem que essa música devia era estar no Cd do Supercordas!!
"A Hora da Estrela", que pelo nome me lembrou, claro, Clarisse Lispector, não tem muitas semelhanças com o livro. No romance de Clarisse, a protagonista espera por tudo e vive uma vida sem expectativa nenhuma. Já na música, a protagonista está justamente mudando suas expectativas, "ela está pronta para mudar sua vida para sempre", como diz a letra.Na música seguinte, o Pato Fu nos chama para sairmos do cotidiano, mudarmos e vivermos uma vida sem muitas preocupações. Pelo menos enquanto escutamos a música podemos esquecer de muita coisa. "Woo!".
A outra faixa destaque fica por conta de "Nada Original", que simplesmente acaba com qualquer relacionamento "meia boca".
O Pato Fu, que ano passado se tornou independente de vez, gravou seu Cd no estúdio caseiro de Fernada e Jonh. Das 12 músicas, 11 são inéditas.
Para vocês já irem sentindo o gostinho...

Você continua triste não é mesmo? Afinal é o Bob Dylan, né?
março no Centro Comunitário da UnB trazendo Pato Fu, Bois de Gerião e mais uma banda que ainda será selecionada.
O Wado, aquele do Fino Coletivo e que em seu penúltimo Cd cantou com a banda Realismo Fantástico, sabe?
Eu sou suspeita para falar desse cara. Acho a mistura que ele faz de rock, mpb com samba, muito boa! Vale a pena uma audição. Ainda não consegui baixar o Cd, tive um probleminha com o compactador que deve ser resolvido hoje! Portanto depois eu falo se eu gostei!
Ela se apresentará no dia 1° de março, no Centro de Convenções, os ingressos vão de R$ 80,00 a R$ 120,00.
Até que enfim eu fui ao cinema ver "O Caçador de Pipas". Desde quando pensaram em fazer o filme eu quero assisti-lo.
De grátis!!
Pensando em você, que assim como eu, é um quebrado, a Brasiliatur preparou alguns shows lá no Pavilhão do Parque da Cidade.
Dia 03 é a vez de do Quarteto CY e de Toquinho. No dia 04 quem faz a festa é o grupo MPB 4 seguido da morena Marina Lima.
O ingresso é 01kg de alimento não-perecível trocados antes dos shows, que começam sempre às 21h.
Vai dizer que você não estava esperando ansiosamente por este 1° de fevereiro?
Primeiro, porque hoje já é a querida sexta-feira de caranaval e claro, porque hoje é o dia para você baixar o seu Cd dos Velhos e Usados!!
Vocês (que recebiam os meus e-mails, antes do Drops Cultural - O Blog entrar no ar) ficaram um bom tempo se preguntando e me perguntando o que diabos era esse tal de Híbrido. Na verdade, em todos os e-mails, a palvara em si já estava sendo explicada, mas o verdadeiro mistério que estava por trás disso tudo, nós não íamos falar tão facilmente.
Abriu-se um fórum e foram tantas sugestões (algumas muito engraçadas) e até um vídeo foi feito (também disponível no site).
Híbrido, portanto é nome escolhido para o primeiro Cd da banda, que antes havia apenas lançado uma demo (disponível no site tramavirtual). Todas as músicas da demo foram regravadas no Cd, algumas delas com uma nova roupagem.
O Cd já começa animado, com a música "Meio Céu" e termina um tanto quanto nostálgico com a música "Trapos, remendos e azul" (que eu adorei!).
O show de lançamento acontecerá mesmo só em abril, como há muito tempo pensado, num teatro! Sim, o show será na Sala Plínio Marcos, dia 12. Não, não sabemos quanto custará os ingressos, mas espero que os meninos pensem em vender os ingressos com o Cd, para eu poder comprar minha camiseta lá dentro!!
Antes disso, vocês poderão curtir os antigos "patuléios" no Carnaval Ziperona, do Blackout Bar (904 sul).










